Mário Quintana
A amizade é um amor que nunca morre. (Mário Quintana)
“Todos esses que aí estão, atravancando meu caminho,
eles passarão... eu passarinho”
**********
Nascido em Alegrete, em 30 de julho de 1906, o poeta gaúcho Mário Quintana tornou-se um dos principais escritores brasileiros do século XX.
Seus primeiros textos foram publicados na revista Hyloea, do próprio colégio em que frequentava, o Colégio Militar de Porto Alegre, onde estudou por cinco anos.
As principais características dos seus textos são a linguagem simples, clara, que fala de sentimentos e faz alusões ao cotidiano. Fala do amor, das tristezas, da infância, da morte, dentre outros.
Mais tarde foi convidado para trabalhar na Editora Globo, tornando-se empregado do jornal Correio do Povo, no Rio Grande do Sul.
Em 1940 foi publicado “Rua dos Cataventos”, seu primeiro livro de poemas.
Em sua carreira desenvolveu trabalhos de tradução, tendo o primeiro feito com a obra Palavras e Sangue, de Giovanni Papini. Interpretou obras de autores renomeados como Marcel Proust, Honoré de Balzac, Graham Greene e Guy de Maupassant, tornando-se um dos responsáveis pelo acesso do povo brasileiro às obras da literatura internacional.
Quintana teve seus poemas publicados no jornal Correio do Povo, onde trabalhou por quarenta anos, sendo este o maior veículo de divulgação de sua obra poética. Suas obras passaram a integrar os volumes didáticos das escolas, sendo publicadas em vários exemplares de livros da língua portuguesa e de literatura.
Uma das primeiras premiações que recebeu foi com o conto A Sétima Personagem, num concurso agenciado pelo jornal de Porto Alegre, Diário de Notícias.
Ao completar sessenta anos de idade foi homenageado pelos amigos Paulo Mendes Campos e Rubem Braga, com uma obra de sua antologia poética, com sessenta poemas inéditos, que recebeu o prêmio Fernando Chinaglia como o melhor livro do ano.
Em 1980 ganhou o prêmio literário, máximo, da Academia Brasileira de Letras, o troféu Machado de Assis, que homenageia um conjunto de obras.
Dentre tantas obras, as de maior destaque são: Canções, 1945; O Aprendiz de Feiticeiro, 1950; Quintares, 1976; O Baú de Espantos, 1986; dentre outros.
Um de seus poemas mais conhecidos é o Poeminha do Contra, após a terceira tentativa em conquistar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. O poema diz: “Todos esses que aí estão, atravancando meu caminho, eles passarão... eu passarinho”.
Mário Quintana faleceu em Porto Alegre, em 5 de maio de 1994, aos 87 anos de idade.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
***********
FRASES E PENSAMENTOS DO POETA
[O Trágico Dilema]
Quando alguém pergunta a um autor o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro.
Mário Quintana
A arte de viver é simplesmente a arte de conviver ... simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!
Mário Quintana
A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda.
Mário Quintana
Mas o que quer dizer este poema? - perguntou-me alarmada a boa senhora.
E o que quer dizer uma nuvem? - respondi triunfante.
Uma nuvem - disse ela - umas vezes quer dizer chuva, outras vezes bom tempo...
Mário Quintana
BILHETE
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
Mário Quintana
DA FELICIDADE
Quantas vezes a gente, em busca da ventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura
Tendo-os na ponta do nariz!
Mário Quintana
DA OBSERVAÇÃO
Não te irrites, por mais que te fizerem...
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio...
Mário Quintana
DAS UTOPIAS
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
Mário Quintana
De um autor inglês do saudoso século XIX: O verdadeiro gentleman compra sempre três exemplares de cada livro: um para ler, outro para guardar na estante e o último para dar de presente.
Mário Quintana
Dizes que a beleza não é nada? Imagina um hipopótamo com alma de anjo... Sim, ele poderá convencer os outros de sua angelitude - mas que trabalheira!
Mário Quintana
DO AMOROSO ESQUECIMENTO
Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
Mário Quintana
DOS MILAGRES
O milagre não é dar vida ao corpo extinto,
Ou luz ao cego, ou eloqüência ao mudo...
Nem mudar água pura em vinho tinto...
Milagre é acreditarem nisso tudo!
Mário Quintana
E um dia os homens descobrirão que esses discos voadores estavam apenas estudando a vidas dos insetos...
Mário Quintana
Esses que puxam conversa sobre se chove ou não chove - não poderão ir para o Céu! Lá faz sempre bom tempo...
Mário Quintana
Há 2 espécies de chatos: os chatos propriamente ditos e ... os amigos, que são os nossos chatos prediletos.
Mário Quintana
Há uns que morrem antes; outros depois. O que há de mais raro, em tal assunto, é o defunto certo na hora exata.
Mário Quintana
Mas que susto não irão levar essas velhas carolas se Deus existe mesmo...
POEMAS
..Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela...
Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer ...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos
todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas
as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.
**********************
O LAÇO E O ABRAÇO
Mário Quintana Meu Deus!
Como é engraçado!
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço...
uma fita dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece?
Vai escorregando... devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento.
Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
Um grande abraço!
Mário Quintana
A amizade é um amor que nunca morre. (Mário Quintana)
“Todos esses que aí estão, atravancando meu caminho,
eles passarão... eu passarinho”
eles passarão... eu passarinho”
**********
Nascido em Alegrete, em 30 de julho de 1906, o poeta gaúcho Mário Quintana tornou-se um dos principais escritores brasileiros do século XX.
Seus primeiros textos foram publicados na revista Hyloea, do próprio colégio em que frequentava, o Colégio Militar de Porto Alegre, onde estudou por cinco anos.As principais características dos seus textos são a linguagem simples, clara, que fala de sentimentos e faz alusões ao cotidiano. Fala do amor, das tristezas, da infância, da morte, dentre outros.
Mais tarde foi convidado para trabalhar na Editora Globo, tornando-se empregado do jornal Correio do Povo, no Rio Grande do Sul.
Em 1940 foi publicado “Rua dos Cataventos”, seu primeiro livro de poemas.
Em sua carreira desenvolveu trabalhos de tradução, tendo o primeiro feito com a obra Palavras e Sangue, de Giovanni Papini. Interpretou obras de autores renomeados como Marcel Proust, Honoré de Balzac, Graham Greene e Guy de Maupassant, tornando-se um dos responsáveis pelo acesso do povo brasileiro às obras da literatura internacional.
Quintana teve seus poemas publicados no jornal Correio do Povo, onde trabalhou por quarenta anos, sendo este o maior veículo de divulgação de sua obra poética. Suas obras passaram a integrar os volumes didáticos das escolas, sendo publicadas em vários exemplares de livros da língua portuguesa e de literatura.
Uma das primeiras premiações que recebeu foi com o conto A Sétima Personagem, num concurso agenciado pelo jornal de Porto Alegre, Diário de Notícias.
Ao completar sessenta anos de idade foi homenageado pelos amigos Paulo Mendes Campos e Rubem Braga, com uma obra de sua antologia poética, com sessenta poemas inéditos, que recebeu o prêmio Fernando Chinaglia como o melhor livro do ano.
Em 1980 ganhou o prêmio literário, máximo, da Academia Brasileira de Letras, o troféu Machado de Assis, que homenageia um conjunto de obras.
Dentre tantas obras, as de maior destaque são: Canções, 1945; O Aprendiz de Feiticeiro, 1950; Quintares, 1976; O Baú de Espantos, 1986; dentre outros.
Um de seus poemas mais conhecidos é o Poeminha do Contra, após a terceira tentativa em conquistar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. O poema diz: “Todos esses que aí estão, atravancando meu caminho, eles passarão... eu passarinho”.
Mário Quintana faleceu em Porto Alegre, em 5 de maio de 1994, aos 87 anos de idade.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
***********
FRASES E PENSAMENTOS DO POETA
[O Trágico Dilema]
Quando alguém pergunta a um autor o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro.
Mário QuintanaQuando alguém pergunta a um autor o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro.
A arte de viver é simplesmente a arte de conviver ... simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!
Mário Quintana
A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda.
Mário Quintana
Mas o que quer dizer este poema? - perguntou-me alarmada a boa senhora.
E o que quer dizer uma nuvem? - respondi triunfante.
Uma nuvem - disse ela - umas vezes quer dizer chuva, outras vezes bom tempo...
Mário QuintanaE o que quer dizer uma nuvem? - respondi triunfante.
Uma nuvem - disse ela - umas vezes quer dizer chuva, outras vezes bom tempo...
BILHETE
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
Mário QuintanaSe tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
DA FELICIDADE
Quantas vezes a gente, em busca da ventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura
Tendo-os na ponta do nariz!
Mário QuintanaQuantas vezes a gente, em busca da ventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura
Tendo-os na ponta do nariz!
DA OBSERVAÇÃO
Não te irrites, por mais que te fizerem...
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio...
Mário QuintanaNão te irrites, por mais que te fizerem...
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio...
DAS UTOPIAS
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
Mário QuintanaSe as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
De um autor inglês do saudoso século XIX: O verdadeiro gentleman compra sempre três exemplares de cada livro: um para ler, outro para guardar na estante e o último para dar de presente.
Mário Quintana
Dizes que a beleza não é nada? Imagina um hipopótamo com alma de anjo... Sim, ele poderá convencer os outros de sua angelitude - mas que trabalheira!
Mário Quintana
DO AMOROSO ESQUECIMENTO
Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
Mário QuintanaEu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
DOS MILAGRES
O milagre não é dar vida ao corpo extinto,
Ou luz ao cego, ou eloqüência ao mudo...
Nem mudar água pura em vinho tinto...
Milagre é acreditarem nisso tudo!
Mário QuintanaO milagre não é dar vida ao corpo extinto,
Ou luz ao cego, ou eloqüência ao mudo...
Nem mudar água pura em vinho tinto...
Milagre é acreditarem nisso tudo!
E um dia os homens descobrirão que esses discos voadores estavam apenas estudando a vidas dos insetos...
Mário Quintana
Esses que puxam conversa sobre se chove ou não chove - não poderão ir para o Céu! Lá faz sempre bom tempo...
Mário Quintana
Há 2 espécies de chatos: os chatos propriamente ditos e ... os amigos, que são os nossos chatos prediletos.
Mário Quintana
Há uns que morrem antes; outros depois. O que há de mais raro, em tal assunto, é o defunto certo na hora exata.
Mário Quintana
Mas que susto não irão levar essas velhas carolas se Deus existe mesmo...
POEMAS
..Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela...
Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer ...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos
todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas
as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos
todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas
as nossas loucuras...
**********************
Mário Quintana Meu Deus!
Como é engraçado!
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço...
uma fita dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece?
Vai escorregando... devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento.
Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
Um grande abraço!
Nenhum comentário:
Postar um comentário